quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Os Pilares da Terra - Volumes I e II


Primeiro que tudo quero desejar a todos votos de um grande 2010, e dizer que estou de volta com as minhas sugestões de leitura.

Assim e para começar bem o ano, deixo-vos aqui uma sugestão para um livro em 2 volumes, que não é propriamente uma novidade, mas é sem dúvida um grande livro, aliás é dos melhores romances históricos que já li até hoje ( e os que li não foram poucos).Devo dizer que sou apaixonada por livros do género, porque permitem ao leitor uma digressão e uma percepção da época abordada, do seu modo de vida, forma de pensamento, de estar e de agir e ensinam sobre os povos, sua cultura, usos e costumes da época em questão. 
Escrito por Ken Follett, escritor galês, conhecido e apreciado pelos seus sucessos na literatura policial e de espionagem, "Os Pilares da Terra" começou a ser a ser concebido na década de 70 quando Follett visitou uma catedral medieval na cidade de Peterborough. Esta visita fez nascer nele uma verdadeira obsessão por aquelas elegantes construções, iniciando então uma pesquisa sobre catedrais e sobre a época medieval da Inglaterra do séc. XII. Então em 1989 Follett publica "Os Pilares da Terra"baseado na sua pesquisa.

SINOPSE : Inglaterra, 1123, um homem é enforcado numa praça cheia de gente que se acotovela para ver a face da morte. Quando ela está expressa na face daquele homem, uma jovem mulher, grávida, profere uma maldição fugindo logo de seguida. Os presentes ficam atemorizados, essa maldição irá percutir-se no futuro e inicia-se desta forma uma história que tem como protagonistas principais uma catedral e a época. Assente em várias histórias paralelas, todas elas com um fio condutor que as une, Ken Follett consegue reconstituir magistralmente aquela época, construindo um painel de personagens que abrande todos os géneros:
O clero, onde o prior Philip e o malévolo Valeron Bigot são a sua face para o bem e para o mal; O Povo, por Tom Builder, Alfredo e Jack; A aristocracia, com Aliena, Richard, William Hamleigh, o sanguinário cavaleiro que se vê conde; O rei que surge a espaços; Os proscritos, gente sem casa, sem nada, representada por Ellen. Todos estes personagens gravitam em torno da construção da catedral de Kingsbridge cujo priorado, dirigido por Philip é o responsável.

E depois disto só vos posso repetir que adorei!




Sem comentários:

Enviar um comentário